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  • Individual de Ana Nitzan na Arte Hall
    Individual de Ana Nitzan na Arte Hall
    Exposição até 26.08
    Arte Hall na sp-arte Foto de 24 à 28 de agosto.
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    Anna Bella Geiger - Artista Clube Hall 9a Edição.
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    ANNA BELLA GEIGER - Artista abre sua “Gaveta de memórias” no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto.
    Anna Bella Geiger - Artista Clube Hall 9a Edição.
    Shirley Paes Leme - Artista Clube Hall 8a Edição
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    Mario Cravo Neto
    Mario Cravo Neto
    A Arte Hall lança 1o. projeto do Instituto Mario Cravo Neto.
    Mario Cravo Neto
    Venha nos Fazer uma visita
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    Rua Cônego Eugênio Leite, 240

    AgendaVicente de Mello foi o primeiro artista Brasileiro a ser convidado a participar da residência no Contretype, e hoje abre individual na instituição.

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    Em 2012, Vicente de Mello foi o primeiro fotografo brasileiro , e latino americano a ser convidado a participar da residência no Contretype. O resultado desta “imersão fotográfica ” é a nova serie, Silêncio da Cidade que ele apresenta em uma exposição individual no Espace Photographie Contretype em Bruxelas.

    Vicente de Mello escreveu o seguinte texto sobre este trabalho:

    Silêncio da Cidade

    Meu período de residência no Espace Contretype, foi uma experiência como em um atelier em campo aberto, com Bruxelas no papel principal.

    Foi minha segunda visita a Bruxelas, a primeira em 1999, quando passei 48 horas na cidade e a considerei uma joia europeia.

    Agora em 2012, notei a uma questão cultural, que é a do silencio da cidade, o que difere e muito, das cidades brasileiras, onde a presença das pessoas sempre é marcada pela profusão de sons que elas criam. Este silencio, foi a fio condutor para “encontrar” minhas imagens, que se desvelavam para mim, a cada caminhada que eu fazia.

    Você pode ter todo o seu tempo, para si, pois estava sozinho nos dias e nas noites de Bruxelas, o tempo é disponibilizado para a fotografia, nos pequenos passeios como escafandrista, ou nos momentos de Music3, à noite, quando o frio extremo lhe faz conviver com seus demônios internos.

    À luz do sol, um profundo reconhecimento dos reflexos e das sombras da cidade, que revelam outro universo, secreto como um filme noir, onde perigo, mistérios e segredos se escondem nas penumbras.

    Bruxelas diz: Decifra-me ou te devoro. Esta foi a sensação de estar vivendo em outro lugar, onde não há mais tempo para contemplação, cada fotografia é uma “terra conquistada”, uma representação do mundo para mim mesmo, com sua intencionalidade, ao ver a minha posição diante da natureza demolidora do espaço, para depois ser construída e articulada por quem a vê.

    As imagens realizadas para a Contretype se tornaram uma nova série, Silêncio da Cidade, a qual pretendo expandir para outras capitais da Europa.

    Fotografei em preto e branco,  com uma câmera Rolleiflex, assim com o em minhas series anteriores,  La Nuit Americane, D´áprés, Contrejour e Galatic.

    Todas as minhas fotografias são nominadas, identificadas por um nome que a relacionam com o dizível e o visível, como a narração de sua picturialidade, reforçando a expressão da ideia contida na representação, assim é o desenho da palavra, dita ou lida.

    O acaso é o melhor acerto, medir a luz mentalmente, expor a câmera contra a luz, arriscar, saber que não poderá fazer de novo, mas você faz, para ver depois como é que ficou me sinto diferente do escritor que escreve e apaga do ator teatro que experimenta a cada  apresentação, como  fotógrafo, decifrei  Bruxelas.