• (11) 3063-4630 / (11) 99957-1753
  • contato@artehall.com.br
  • Ana Nitzan

    Ana Nitzan - Arte Hall 2015 Confira nosso acervo.

    Ana Nitzan
    Curta

    Rio recebe a TRIO Bienal,sua primeira bienal internacional de arte contemporânea

    Curta
    Curtacarrosel

    HOUYHNHNMS

    Do artista paulistano Nuno Ramos

    Curtacarrosel
    Rodrigo Cass

    Rodrigo Cass

    Apresentamos a vocês a nova obra do artista Rodrigo Cass, desenvolvida especialmente para o nosso clube de colecionadores, o Clube Hall 7ª edição

    Rodrigo Cass
    Hall de exposicao

    Hall de Exposições

    Venha conferir nossa exposições passadas.

    Hall de exposicao
    DANIEL BARCLAY

    DANIEL BARCLAY

    Artista selecionado pela Arte Hall, para participar da feira BARCÚ

    DANIEL BARCLAY
    Arte Store

    Arte Store

    Conheça nossas obras disponíveis.

    Arte Store
    barcu

    Arte Hall participa da 2ª edição da Feira Internacional Barcu

    barcu
    Carrosel

    Siga nossa agenda e fique por dentro dos acontecimentos

    Carrosel
    ArtRio

    Arte Hall participa da ArtRio

    ArtRio
    Shirley Paes Leme

    Shirley Paes Leme

    Apresentamos a vocês a nova obra desenvolvida especialmente para o nosso clube de colecionadores, o Clube Hall 8ª edição

    Shirley Paes Leme

    AgendaVicente de Mello foi o primeiro artista Brasileiro a ser convidado a participar da residência no Contretype, e hoje abre individual na instituição.

    voltar para a agenda

    Em 2012, Vicente de Mello foi o primeiro fotografo brasileiro , e latino americano a ser convidado a participar da residência no Contretype. O resultado desta “imersão fotográfica ” é a nova serie, Silêncio da Cidade que ele apresenta em uma exposição individual no Espace Photographie Contretype em Bruxelas.

    Vicente de Mello escreveu o seguinte texto sobre este trabalho:

    Silêncio da Cidade

    Meu período de residência no Espace Contretype, foi uma experiência como em um atelier em campo aberto, com Bruxelas no papel principal.

    Foi minha segunda visita a Bruxelas, a primeira em 1999, quando passei 48 horas na cidade e a considerei uma joia europeia.

    Agora em 2012, notei a uma questão cultural, que é a do silencio da cidade, o que difere e muito, das cidades brasileiras, onde a presença das pessoas sempre é marcada pela profusão de sons que elas criam. Este silencio, foi a fio condutor para “encontrar” minhas imagens, que se desvelavam para mim, a cada caminhada que eu fazia.

    Você pode ter todo o seu tempo, para si, pois estava sozinho nos dias e nas noites de Bruxelas, o tempo é disponibilizado para a fotografia, nos pequenos passeios como escafandrista, ou nos momentos de Music3, à noite, quando o frio extremo lhe faz conviver com seus demônios internos.

    À luz do sol, um profundo reconhecimento dos reflexos e das sombras da cidade, que revelam outro universo, secreto como um filme noir, onde perigo, mistérios e segredos se escondem nas penumbras.

    Bruxelas diz: Decifra-me ou te devoro. Esta foi a sensação de estar vivendo em outro lugar, onde não há mais tempo para contemplação, cada fotografia é uma “terra conquistada”, uma representação do mundo para mim mesmo, com sua intencionalidade, ao ver a minha posição diante da natureza demolidora do espaço, para depois ser construída e articulada por quem a vê.

    As imagens realizadas para a Contretype se tornaram uma nova série, Silêncio da Cidade, a qual pretendo expandir para outras capitais da Europa.

    Fotografei em preto e branco,  com uma câmera Rolleiflex, assim com o em minhas series anteriores,  La Nuit Americane, D´áprés, Contrejour e Galatic.

    Todas as minhas fotografias são nominadas, identificadas por um nome que a relacionam com o dizível e o visível, como a narração de sua picturialidade, reforçando a expressão da ideia contida na representação, assim é o desenho da palavra, dita ou lida.

    O acaso é o melhor acerto, medir a luz mentalmente, expor a câmera contra a luz, arriscar, saber que não poderá fazer de novo, mas você faz, para ver depois como é que ficou me sinto diferente do escritor que escreve e apaga do ator teatro que experimenta a cada  apresentação, como  fotógrafo, decifrei  Bruxelas.